segunda-feira, 19 de abril de 2010

Alice na Moda!

Não dá pra ignorar, enquanto o filme não estéia, Alice está em todos os cantos e serve de fonte de inspiração para todo tipo de objetos, interiores, paleta de cores… uma febre… Por isso a loja francesa Printemps do boulevard Haussmann usou Alice in Wonderland como tema para suas vitrines mágicas!






Tangled ou Rapunzel??

tangled

Ainda não é totalmente oficial, mas em alguns países a Disney já vem mostrando que o título “Tangled” só será usado mesmo nos Estados Unidos. A primeira prova foi o teaser trailer do animado, que chegou em vários países com o título “Rapunzel“, como aconteceu no Brasil, no DVD e Blu-ray de “A Princesa e o Sapo“.

Em outros países como Alemanha e Itália, o teaser também menciona que o título do animado será “Rapunzel” (Tangled). A chefona do marketing da Disney na Itália foi a primeira a se pronunciar confirmando em entrevista, que o título no país será “Raperonzolo“, como é a tradução de “Rapunzel“, no país.

Outra novidade veio direto do site Stitch Kingdom, que afirmou que uma fonte muito confiável, descobriu que a princesa Rapunzel e Flynn Rider vão aparecer nos parques da Disney World apenas no mês de Outubro desse ano. Mostrando o quanto atrasada está a divulgação do animado.

Outra prova do atraso do marketing é o fato do site oficial da Walt Disney Animation Studios ser atualizado novamente com informações de “Rapunzel” (Tangled) e usar a única imagem divulgada dos protagonistas até o momento. Até o Facebook da Disney prometeu material inédito do filme e até agora, nada de novo foi revelado. Qual será o motivo de tanto mistério?

Dirigido por Byron Howard e Nathan Greno, ambos os diretores de “Bolt: Supercão“, “Rapunzel” (Tangled) é uma comédia-musical e terá as canções assinadas pelo grande musico Alan Menken, premiado e conhecido por seus trabalhos na Disney como “A Pequena Sereia“, “A Bela e a Fera“, “Aladdin“, “Pocachontas“, “Hércules“, “O Corcunda de Notre Dame“, “Nem Que a Vaca Tussa” e “Encantada“. No elenco de dublagem do animado, até o momento, foram confirmados apenas as participações de Zachary Levi (Flynn Ryder), Mandy Moore (Rapunzel) e Donna Murphy (Mother Gothel, a bruxa).

O longa ganhará destaque por ser o primeiro conto de fadas do estúdio a ser lançado em 3D, isso mesmo, Rapunzel será a primeira princesa Disney a ser lançada usando a tecnologia 3D.

Rapunzel” (Tangled), próximo conto de fadas Disney, chega aos cinemas em Disney Digital 3D e sua data de estréia está agendada para o dia 24 de novembro de 2010, apenas uma semana depois da estréia de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I“, um dos longas que promete ser o destaque do ano.

A pré-estréia de “Rapunzel” (Tangled) será limitada e vai acontecer no dia 12 de novembro de 2010, em alguns dos cinemas norte-americanos. No Brasil, a estréia está agendada para o dia 07 de Janeiro de 2011, chegando em versões normais e em Disney Digital 3D. Abaixo segue uma nova imagem promocional do animado:

rapunzel2010


(Fonte: Planeta Disney)

sexta-feira, 19 de março de 2010

terça-feira, 9 de março de 2010

Alice ganha recorte feminista em filme de Tim Burton

Pegue um clássico da literatura mundial de 150 anos. Empreste-o a um dos diretores mais cultuados e esquisitos de Hollywood. Empacote tudo com o que há de mais novo em tecnologia no cinema, o 3D.

A receita da Disney para recriar "Alice no País das Maravilhas" só não é tão previsível porque o diretor em questão é Tim Burton. Sua lente transcendeu a obra de Lewis Carroll como numa viagem lisérgica, fundindo dois livros num só filme: "Aventuras de Alice no País das Maravilhas" (1865) e "Através do Espelho e o que Alice Encontrou por Lá" (1872).

A obra de Carroll --codinome adotado pelo reverendo e professor de matemática Charles Lutwidge Dodgson-- é uma das mais famosas, citadas e traduzidas do mundo. A história foi criada para uma garotinha de 11 anos, Alice Liddell, por quem Carroll nutria carinho tão especial que chegou a levantar suspeitas de pedofilia.

Repleta de símbolos, a obra moldou o imaginário cultural, do surrealismo à psicodelia.

Para dar conta desse cânone sem comprometer sua fama de ousado, Burton optou por transportar Alice para seus 19 anos. Com isso, deu à personagem recorte feminista: uma jovem sonhadora de espírito livre enredada pela rigidez dos costumes da Inglaterra vitoriana.

O filme começa quando Alice é pedida em casamento. Desconcertada, ela foge da resposta correndo atrás do Coelho Branco, que viu no jardim. Na perseguição, cai no buraco que a leva ao Mundo Subterrâneo ("Underland"), o mesmo que visitou ainda criança, quando achou que seu nome era País das Maravilhas ("Wonderland").

Ali, suas aventuras são uma alegoria da busca por coragem e identidade, que culminam numa batalha em que Alice encarna uma espécie de Joana D'Arc.

Burton investiu o papel principal na novata Mia Wasikowska, australiana que abandonou o balé para se tornar atriz em 2006. Também se cercou de sua patota: Johnny Depp, como o Chapeleiro Maluco, e sua mulher, Helena Bonhan Carter, com quem vive em Londres em duas casas conjugadas (cada um em uma delas, diga-se) e tem dois filhos pequenos.

O grande desafio do elenco de "Alice" foi um constante exercício de imaginação no set. Isso porque, para criar cenários alucinantes e personagens animados em pós-produção, os atores tinham de contracenar com objetos inanimados, como uma bola de tênis ou um naco de fita adesiva, imersos em um ambiente 100% verde, preenchido depois em computador.

"Não foi fácil. Aquele verde o tempo todo começou a deixar a equipe deprimida", confessou Carter. "Tim passou a usar óculos de lentes azuis para aturar um mundo monocromático."

A profusão de efeitos especiais fez com que o filme ficasse pronto apenas duas semanas antes de sua estreia. Tamanho espetáculo para os olhos implica, no entanto, um risco crucial: o de não falar tanto aos corações de quem os vê.

(Folha Online)


segunda-feira, 8 de março de 2010

Desenhos





Aproveitando essa onda de Alice in Wonderland que o Tim Burton provocou, mostro aqui um achado.
Recentemente foi restaurada pela BFI National Archive, a primeira versão de Alice in Wonderland filmada há mais de 100 anos.
O filme foi dirigido por Cecil Hepworth e Percy Stow e baseada nas ilustrações de Sir John Tenniel, ilustrador inglês do século XIX.
Ilustrações de Sir John Tenniel: